Colegas gearheads, preparem-se! Aqui é Lucas Mendes para o AutoSpecs, e hoje vamos falar de algo que mexe com o coração de todo apaixonado por carros: performance, tecnologia e, claro, a chegada de máquinas que nos tiram o fôlego. Mas não é só de lançamentos que vive o mercado; por trás dos roncos dos motores, há uma engenharia complexa de acordos e estratégias que moldam o que veremos nas ruas e pistas. E um desses grandes motores, que promete chacoalhar o cenário automotivo brasileiro, acaba de ser ligado: o acordo Mercosul-UE.
A notícia da aprovação do acordo Mercosul-UE pela União Europeia, como bem apontou a Quatro Rodas, é mais do que uma manchete econômica; é um divisor de águas que vai redefinir as estratégias de exportação, importação e produção das montadoras em nosso país. Para nós, entusiastas de cavalos e torque, a primeira faísca que acende é a possibilidade de um fluxo mais livre de veículos e componentes de alta performance vindos da Europa. Imaginem só: menos burocracia, menos impostos, e a chance de ver modelos que antes pareciam distantes, finalmente ao nosso alcance.
Pensem na infinidade de supermáquinas que desfilam pelas estradas europeias. Hoje, trazer um Porsche 911 GT3, com seus 510 cv e um 0-100 km/h em apenas 3,4 segundos, ou um Ferrari F8 Tributo, que entrega 720 cv e alcança os 100 km/h em 2,9 segundos, implica em uma carga tributária que beira o proibitivo. Com o acordo, a redução gradual ou até a eliminação de tarifas pode significar uma queda considerável nos preços de importação. Isso não apenas tornaria esses sonhos mais tangíveis para uma parcela maior de consumidores, mas também incentivaria as próprias marcas a ampliarem sua oferta de modelos esportivos e de luxo no Brasil. Veremos mais BMW M3 Competition (, de torque) e () nas concessionárias? Eu aposto que sim!

